quinta-feira, 24 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Aquíferos
A água como é de nosso
conhecimento é um bem vital para toda a biosfera. Tanto
o ser humano como as plantas e animais, não podem sobreviver sem água.A água circula na Natureza constituindo diferentes reservatórios no meio abiótico como oceanos, rios e glaciares, e também faz parte dos seres vivos.
Todo o movimento da água no nosso planeta constitui o circo hidrológico.
A hidrologia por sua vez é a ciência que estuda todos os fenómenos, movimentos e distribuição da água no nosso planeta.
A hidrogeologia tem como objectivo o estudo do armazenamento, circulação e distribuição das águas nas formações geológicas.
Reservatórios de água subterrânea - os aquíferos
As rochas podem funcionar como reservatórios de água.
Denomina-se assim de aquífero uma formação geológica que permite a circulação e oarmazenamento de água em espaços vazios, possibilitando a distribuição desta pelo ser humano de forma economicamente rentável e sem impactes ambientais negativos.
As águas superficiais infiltrarem-se no solo, e a que não fica retida no solo atinge, posteriormente, a zona de saturação onde se movimentará e onde poderá ser armazenada, indo fazer parte das ditas águas subterrâneas.
Podemos assim distinguir dois tipos de aquíferos: aquífero livre e aquífero confinado ou cativo.
Aquífero livre – Neste tipo de aquíferos existe uma superfície em que a água se encontra em contacto com o ar, e apresenta a mesma pressão que a pressão atmosférica. É através da zona de recarga (que corresponde às camadas superfícies) que ocorre a infiltração da água. Os aquíferos livres podem ser superficiais ou sub superficiais, o que facilita a sua recarga mas também a sua contaminação.
Durante o processo descendente da água, esta atravessa diversas zonas com características distintas.
Fig. 2 - Zonas de humidade num aquífero livre.
Num aquífero livre, o nível máximo, o nível máximo que a agua
atinge é designado pornível hidrostático ou freático. A zona que se
situa abaixo do nível topográfico e acima do nível freático chama-se zona de aeração. Nesta zona ocorre a infiltração de
água em que os espaços vazios não estão só preenchidos por
essa água mas também por ar.
Quanto a zona de saturação, apresenta uma camada impermeável na base e pode ser constituída por diferentes formações geológicas onde todos os espaços vazios estãopreenchidos por água. O limite superior desta zona é o nível freático.
Aquífero confinado ou cativo - formação geológica onde a água se acumula e movimenta, estando limitada tanto no topo como na base por camadas impermeáveis.Nos aquíferos cativos a pressão da água é superior à pressão atmosférica. A recarganestes aquíferos é feita lateralmente.
Quanto a zona de saturação, apresenta uma camada impermeável na base e pode ser constituída por diferentes formações geológicas onde todos os espaços vazios estãopreenchidos por água. O limite superior desta zona é o nível freático.
Aquífero confinado ou cativo - formação geológica onde a água se acumula e movimenta, estando limitada tanto no topo como na base por camadas impermeáveis.Nos aquíferos cativos a pressão da água é superior à pressão atmosférica. A recarganestes aquíferos é feita lateralmente.
Fig. 3 - Diferentes tipos de aquíferos.
A captação das águas subterrâneas pode ser feita nos dois tipos de aquíferos através de furos ou captações.
Quando a captação da água subterrânea é realizada numaquífero cativo, devido à superior pressão da água comparativamente com a atmosférica, a água subirá até ao nível freático. Uma captação destas designa-se de captação artesiana. Se a captação é feita num local em que o nível hidrostático se encontra acima do nível topográfico, estaextravasa a boca da captação, sendo considerada umacaptação artesiana repuxante.
Parâmetros característicos dos aquíferos
Na hidrogeologia é necessário quantificar a capacidade de um aquífero armazenar a água e determinar a viabilidade da sua extracção, pelo que se torna importante recorrer a diversos parâmetros como a porosidade e a permeabilidade.
Porosidade:
Entende-se por porosidade a percentagem de volume total da rocha ou dos sedimentos que é ocupado por espaços vazios, os poros.
A porosidade depende quer do tamanho quer da forma dos grãos, bem como do nível de compactação do material geológico.
Fig. 5 - Imagem de rochas com alta
porosidade e baixa porosidade (rochas fissuradas).

Algumas rochas sedimentares, como arenitos e conglomerados, têm poros entre os grãos de minerais, pelo que podem armazenar uma grande quantidade de água. As rochas cristalinas não têm poros entre os grãos de minerais, pelo que apresentam uma má porosidade. No entanto podem armazenar água em fracturas.
Permeabilidade:
A permeabilidade é a capacidade das rochas deixarem passar fluidos, como a água, através dos seus poros ou fracturas. Apermeabilidade das rochas está directamente relacionada com as dimensões dos poros e com a forma como se estabelece a comunicação entre estes.
As formações geológicas com alta porosidade e alta permeabilidade são constituem bons aquíferos. Uma formação rochosa com alta porosidade mas baixa permeabilidade, pode conter uma elevada quantidade de água mas como esta flui muito lentamente, torna-se pouca rentável. Quando são rochas porosas, no entanto com poros de pequenas dimensões pode-se concluir que esses materiais são de baixa permeabilidade.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Energias Renovávaeis
EDA quer 50% de energia de origem renovável até 2015
EDA quer 50% de energia de origem renovável até 2015 O presidente da Eletricidade dos Açores (EDA), Duarte Ponte, afirmou hoje que o "futuro está com as energias renováveis", estimando que em 2015/2016 a energia dos Açores será 50 por cento de fontes renováveis.
"Temos de encontrar novas formas de ter o mesmo nível de vida gastando energias de fontes renováveis e é isso que a EDA está a fazer neste momento. Cerca de 30 por cento da energia é renovável e, se tudo correr bem, lá para 2015/2016 podemos estar num patamar perto dos 50 por cento", frisou Duarte Ponte à margem de uma conferência integrada na reunião anual do Conselho Consultivo do BES Açores.
Duarte Ponte salientou ainda que o futuro passa pela chegada de carros elétricos aos Açores como forma de potenciar as energias renováveis.
"Estou convicto que os carros elétricos virão porque a curto prazo não vejo outra tecnologia pronta a entrar. Fazer 100 quilómetros a gasolina custa cerca de 10 euros, no carro elétrico custaria apenas dois euros", afirmou, acrescentando que as famílias que vivem nas ilhas dos Açores "raramente fazem mais de 100 quilómetros por dia".
Apesar da atual situação económica, Duarte Ponte manifestou a convicção de que a EDA "vai encontrar os financiamentos adequados para conseguir atingir em 2015 energias renováveis nos Açores na ordem dos 50 por cento".
O presidente da elétrica açoriana salientou, por outro lado, que a empresa é parceira de um projeto alemão na Graciosa, que coloca a ilha entre as cinco a nível mundial no que diz respeito à autosustentação energética.
"É um projeto que temos acarinhado muito e a ideia é ter na Graciosa 75 por cento de energias renováveis, o que é feito à custa da energia eólica, da fotovoltaica e da armazenagem de energias através de baterias", afirmou, admitindo que este projeto poderá ser alargado a outras ilhas do arquipélago dos Açores.
"Temos de encontrar novas formas de ter o mesmo nível de vida gastando energias de fontes renováveis e é isso que a EDA está a fazer neste momento. Cerca de 30 por cento da energia é renovável e, se tudo correr bem, lá para 2015/2016 podemos estar num patamar perto dos 50 por cento", frisou Duarte Ponte à margem de uma conferência integrada na reunião anual do Conselho Consultivo do BES Açores.
Duarte Ponte salientou ainda que o futuro passa pela chegada de carros elétricos aos Açores como forma de potenciar as energias renováveis.
"Estou convicto que os carros elétricos virão porque a curto prazo não vejo outra tecnologia pronta a entrar. Fazer 100 quilómetros a gasolina custa cerca de 10 euros, no carro elétrico custaria apenas dois euros", afirmou, acrescentando que as famílias que vivem nas ilhas dos Açores "raramente fazem mais de 100 quilómetros por dia".
Apesar da atual situação económica, Duarte Ponte manifestou a convicção de que a EDA "vai encontrar os financiamentos adequados para conseguir atingir em 2015 energias renováveis nos Açores na ordem dos 50 por cento".
O presidente da elétrica açoriana salientou, por outro lado, que a empresa é parceira de um projeto alemão na Graciosa, que coloca a ilha entre as cinco a nível mundial no que diz respeito à autosustentação energética.
"É um projeto que temos acarinhado muito e a ideia é ter na Graciosa 75 por cento de energias renováveis, o que é feito à custa da energia eólica, da fotovoltaica e da armazenagem de energias através de baterias", afirmou, admitindo que este projeto poderá ser alargado a outras ilhas do arquipélago dos Açores.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Descobertos 12 vulcões submarinos no oceano Antárctico
11.07.2011
Helena Geraldes
Uma equipa de cientistas descobriu uma cadeia de doze vulcões nas águas do Oceano Antárctico, alguns com três quilómetros de altitude, revelou hoje o British Antarctic Survey (BAS).
Os investigadores embarcaram no navio oceanográfico “RRS James Clark Ross” para mapear o fundo do mar junto às remotas ilhas Sandwich do Sul, durante duas missões, em 2007 e 2010. Para sua surpresa, descobriram 12 vulcões submarinos, numa área com cerca de 600 quilómetros de extensão e 150 quilómetros de largura.
Em comunicado enviado hoje ao PÚBLICO, o BAS explica que os cientistas encontraram crateras com cinco quilómetros de diâmetro, causadas pelo colapso de vulcões, e sete vulcões activos que são visíveis acima do nível do mar.
“Há tanto que ainda não sabemos sobre a actividade vulcânica debaixo do mar”, comentou Phil Leat, investigador do BAS, no Simpósio Internacional de ciências sobre a Antárctica, em Edimburgo, de 10 a 16 de Julho, que reúne mais de 500 investigadores.
Segundo o BAS, esta descoberta permite compreender o que acontece quando os vulcões entram em erupção ou colapsam debaixo de água e o seu potencial para criar tsunamis, por exemplo.
“É muito provável que os vulcões estejam, frequentemente, em erupção ou em colapso. As tecnologias que os cientistas agora podem usar dão-nos oportunidade para construir a história da evolução do nosso planeta. Além disso ajudam-nos a esclarecer os fenómenos naturais que podem ameaçar as pessoas que vivam em regiões mais populosas”, continuou Phil Leat.
Estas paisagens marinhas, com águas aquecidas pela actividade vulcânica, também têm interesse biológico, uma vez que são um habitat rico para muitas espécies de vida selvagem, salienta o BAS.
Em comunicado enviado hoje ao PÚBLICO, o BAS explica que os cientistas encontraram crateras com cinco quilómetros de diâmetro, causadas pelo colapso de vulcões, e sete vulcões activos que são visíveis acima do nível do mar.
“Há tanto que ainda não sabemos sobre a actividade vulcânica debaixo do mar”, comentou Phil Leat, investigador do BAS, no Simpósio Internacional de ciências sobre a Antárctica, em Edimburgo, de 10 a 16 de Julho, que reúne mais de 500 investigadores.
Segundo o BAS, esta descoberta permite compreender o que acontece quando os vulcões entram em erupção ou colapsam debaixo de água e o seu potencial para criar tsunamis, por exemplo.
“É muito provável que os vulcões estejam, frequentemente, em erupção ou em colapso. As tecnologias que os cientistas agora podem usar dão-nos oportunidade para construir a história da evolução do nosso planeta. Além disso ajudam-nos a esclarecer os fenómenos naturais que podem ameaçar as pessoas que vivam em regiões mais populosas”, continuou Phil Leat.
Estas paisagens marinhas, com águas aquecidas pela actividade vulcânica, também têm interesse biológico, uma vez que são um habitat rico para muitas espécies de vida selvagem, salienta o BAS.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Geologia
As Rochas
Rochas são materiais que fazem parte essencial da crosta sólida da Terra - e são constituídas por agregados de um ou mais minerais. Nesse conceito de rocha incluímos areias, cascalhos, cinzas vulcânicas, granitos, arenitos, etc.
Utilizamos as rochas, juntamente com os fósseis, para decifrar os fenômenos geológicos atuais e do passado. As rochas que formam os continentes e o fundo dos oceanos registram os fenômenos de transformação da superfície e do interior da crosta terrestre.
Todas as rochas obedecem a um ciclo, um processo contínuo pelo qual as rochas antigas são transformadas em novas. Assim, o ciclo das rochas representa as diversas possibilidades de transformação de um tipo de rocha em outro.
Tipos de rochas
As rochas podem ser divididas em três grupos principais: ígneas (ou magmáticas), sedimentares e metamórficas. Essas rochas, que aparentemente não mostram relações entre si, apresentam-se, no entanto, intimamente relacionadas.
Rochas Magmáticas: originam-se a partir do resfriamento do magma, ou seja, da solidificação (cristalização) do magma. As rochas ígneas podem conter jazidas de vários metais, como ouro, platina, cobre, estanho, etc., e trazem à superfície do planeta importantes informações sobre as regiões mais profundas da crosta terrestre.
Há dois tipos principais de rochas magmáticas: intrusivas (ou plutônicas) e extrusivas (ou vulcânicas). As rochas intrusivas formam-se no interior da Terra, quando o magma é empurrado para dentro de fendas ou entre camadas de rocha. Exemplos: granito, feldspato, turmalina, sienito, diorito, gabro, peridotito, basalto, etc.
As rochas extrusivas formam-se na superfície da Terra, a partir da lava que, ao ser expelida, esfria com rapidez, produzindo rochas com granulação fina. Exemplos: riolito, basalto, pedra-pomes, andesito, obsidiana.
Nesses dois tipos de rochas ígneas, a composição das rochas não apresenta uma relação de identidade absoluta com o material magmático que lhes deu origem, uma vez que este, ao atravessar a crosta, sofre alterações estruturais, principalmente por causa das diferenças de temperatura e pressão existentes entre o manto e a crosta terrestre.
Rochas sedimentares: são produto de uma cadeia de processos que ocorrem na superfície terrestre e se iniciam pelo intemperismo.
As rochas que sofrem o intemperismo perdem sua coesão e passam a ser erodidas e transportadas por diferentes agentes (água, gelo, vento, gravidade) até sua sedimentação em depressões da crosta terrestre, denominadas bacias sedimentares.
Segundo sua origem, as rochas sedimentares podem se classificadas em detríticas (ou clásticas) e químicas (ou não clásticas):
- Detríticas - resultam da agregação de fragmentos de minerais ou de outras rochas, dentre as quais podemos citar os arenitos, os sienitos e o diabásio.
- Químicas - resultam da agregação de sedimentos provenientes principalmente da dissolução química de outras rochas. Segundo sua composição, as rochas químicas podem ser classificadas como inorgânicas - formadas pela precipitação de sais a partir de soluções aquosas saturadas (como, por exemplo, o evaporito e o laterito) - ou orgânicas, como o caso dos calcários, formados de sedimentos provenientes da decomposição de organismos em ambientes marinhos (conchas e corais).
As rochas sedimentares fornecem importantes informações sobre as variações ambientais ao longo do tempo geológico. Os fósseis preservados nessas rochas são a chave para a compreensão da origem e da evolução humanas. Exemplos de rochas sedimentares: arenito, argilito, calcário, siltito, tempestito, conglomerado, turbidito,
Rochas metamórficas: assim como as rochas ígneas, as metamórficas podem ser levadas, por meio de processos geológicos, a condições diferentes daquelas nas quais se formaram. Ou seja, elas se originam das transformações na composição e na estrutura de qualquer tipo de rocha.
Essas transformações ocorrem principalmente devido à ação de elevadas temperaturas e pressões sobre as rochas originais. O estudo das rochas metamórficas permite identificar grandes eventos geotectônicos ocorridos no passado, fundamentais para o entendimento da atual configuração dos continentes.
As Rochas
Rochas são materiais que fazem parte essencial da crosta sólida da Terra - e são constituídas por agregados de um ou mais minerais. Nesse conceito de rocha incluímos areias, cascalhos, cinzas vulcânicas, granitos, arenitos, etc.
Utilizamos as rochas, juntamente com os fósseis, para decifrar os fenômenos geológicos atuais e do passado. As rochas que formam os continentes e o fundo dos oceanos registram os fenômenos de transformação da superfície e do interior da crosta terrestre.
Todas as rochas obedecem a um ciclo, um processo contínuo pelo qual as rochas antigas são transformadas em novas. Assim, o ciclo das rochas representa as diversas possibilidades de transformação de um tipo de rocha em outro.
Tipos de rochas
As rochas podem ser divididas em três grupos principais: ígneas (ou magmáticas), sedimentares e metamórficas. Essas rochas, que aparentemente não mostram relações entre si, apresentam-se, no entanto, intimamente relacionadas.
Rochas Magmáticas: originam-se a partir do resfriamento do magma, ou seja, da solidificação (cristalização) do magma. As rochas ígneas podem conter jazidas de vários metais, como ouro, platina, cobre, estanho, etc., e trazem à superfície do planeta importantes informações sobre as regiões mais profundas da crosta terrestre.
Há dois tipos principais de rochas magmáticas: intrusivas (ou plutônicas) e extrusivas (ou vulcânicas). As rochas intrusivas formam-se no interior da Terra, quando o magma é empurrado para dentro de fendas ou entre camadas de rocha. Exemplos: granito, feldspato, turmalina, sienito, diorito, gabro, peridotito, basalto, etc.
As rochas extrusivas formam-se na superfície da Terra, a partir da lava que, ao ser expelida, esfria com rapidez, produzindo rochas com granulação fina. Exemplos: riolito, basalto, pedra-pomes, andesito, obsidiana.
Nesses dois tipos de rochas ígneas, a composição das rochas não apresenta uma relação de identidade absoluta com o material magmático que lhes deu origem, uma vez que este, ao atravessar a crosta, sofre alterações estruturais, principalmente por causa das diferenças de temperatura e pressão existentes entre o manto e a crosta terrestre.
Rochas sedimentares: são produto de uma cadeia de processos que ocorrem na superfície terrestre e se iniciam pelo intemperismo.
As rochas que sofrem o intemperismo perdem sua coesão e passam a ser erodidas e transportadas por diferentes agentes (água, gelo, vento, gravidade) até sua sedimentação em depressões da crosta terrestre, denominadas bacias sedimentares.
Segundo sua origem, as rochas sedimentares podem se classificadas em detríticas (ou clásticas) e químicas (ou não clásticas):
- Detríticas - resultam da agregação de fragmentos de minerais ou de outras rochas, dentre as quais podemos citar os arenitos, os sienitos e o diabásio.
- Químicas - resultam da agregação de sedimentos provenientes principalmente da dissolução química de outras rochas. Segundo sua composição, as rochas químicas podem ser classificadas como inorgânicas - formadas pela precipitação de sais a partir de soluções aquosas saturadas (como, por exemplo, o evaporito e o laterito) - ou orgânicas, como o caso dos calcários, formados de sedimentos provenientes da decomposição de organismos em ambientes marinhos (conchas e corais).
As rochas sedimentares fornecem importantes informações sobre as variações ambientais ao longo do tempo geológico. Os fósseis preservados nessas rochas são a chave para a compreensão da origem e da evolução humanas. Exemplos de rochas sedimentares: arenito, argilito, calcário, siltito, tempestito, conglomerado, turbidito,
Rochas metamórficas: assim como as rochas ígneas, as metamórficas podem ser levadas, por meio de processos geológicos, a condições diferentes daquelas nas quais se formaram. Ou seja, elas se originam das transformações na composição e na estrutura de qualquer tipo de rocha.
Essas transformações ocorrem principalmente devido à ação de elevadas temperaturas e pressões sobre as rochas originais. O estudo das rochas metamórficas permite identificar grandes eventos geotectônicos ocorridos no passado, fundamentais para o entendimento da atual configuração dos continentes.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Descoberta de uma Sepente
Tanzânia: descoberta nova espécie de serpente
Foto © Tim Davenport/WCS
A Sociedade para a Conservação da Vida Selvagem e o Museu da Ciência de Trento (Itália) anunciaram a descoberta de uma nova espécie de serpente venenosa na zona montanhosa da Tanzânia. A descoberta foi divulgada num artigo publicado em Dezembro na revista Zootaxa.
Segundo informação do artigo, trata-se de uma serpente preta e amarela com cerca de 60 centímetros de comprimento e que possui uma espécie de crista sobre os olhos.
Segundo informação do artigo, trata-se de uma serpente preta e amarela com cerca de 60 centímetros de comprimento e que possui uma espécie de crista sobre os olhos.
Estudos genéticos dizem que esta espécie agora designada de 'Atheris matildae' se separou evolutivamente da sua parente mais próxima, a Atheris ceratophora, há 2.2 milhões de anos. Estas duas serpentes apresentam várias diferenças no tamanho e nas proporções do corpo.
Os autores do estudo - entre os quais se inclui Michele Menegon, do Museu de Ciência de Trento, Tim Davenport da Sociedade para a Conservação da Vida Selvagem, e Kim Howel da Universidade de Dar es Salaam - tentam manter em segredo o local onde foi encontrada a nova espécie, já que a serpente poderá atrair o interesse dos colecionadores ilegais.
Calcula-se que o 'habitat' do réptil está restrito a apenas um fragmento da floresta. Apesar de só agora ter sido descoberta, devido à indústria de madeira e de carvão vegetal da zona, a espécie já é considerada ameaçada e está a ser alvo de uma campanha de conservação que inclui um programa de reprodução.
Calcula-se que o 'habitat' do réptil está restrito a apenas um fragmento da floresta. Apesar de só agora ter sido descoberta, devido à indústria de madeira e de carvão vegetal da zona, a espécie já é considerada ameaçada e está a ser alvo de uma campanha de conservação que inclui um programa de reprodução.
A flora da região sudoeste da Tanzânia tem sido recentemente alvo de estudos em busca de novas espécies. O trabalho realizado pela Sociedade de Conservação da Vida Selvagem registou, em 2009, a descoberta do camaleão Kinyongia vanheygeni e, em 2006, do macaco Rungwecebus kipunji.
[Notícia sugerida por Raquel Baêta]
[Notícia sugerida por Raquel Baêta]
Movimentos de Massa
| Movimentos gravitacionais de massa, tragédias de verão | ||||||
| Chuvas torrenciais em áreas de ocupação indevida, associadas a outros processos de desequilíbrio ambiental, levam a acidentes que podem ser evitados na maior parte dos casos, mas ainda produzem mortes e prejuízos materiais | ||||||
| por Jefferson Picanço | ||||||
O roteiro é conhecido. De repente, toneladas de solo, rochas e troncos de árvores, acompanhados do som que lembra um trovão, deslizam do morro. Pelo caminho, arrasam construções,soterrando e matando pessoas e animais. A repetição dessas catástrofes no Brasil, durante o verão, parece sempre uma tragédia anunciada. As autoridades, pegas de surpresa, atiram a responsabilidade sobre os próprios fenômenos naturais, como se a chuva fosse algo anormal ou as rochas do morro estivessem todas carregadas de uma estranha má intenção. Os cidadãos, enlutados e estupefatos, perguntam se essas tragédias poderiam ter sido evitadas e com isso pode ser feito. Os movimentos de terra e solo que todos os anos provocam desastres nas cidades brasileiras fazem parte de um tipo de fenômenos naturais denominados movimentos gravitacionais de massa. Esses movimentos caracterizam-se pela dissipação de significativa quantidade de energia e pelo deslocamento de grandes massas de materiais terrestres, como rochas, solo, e por vezes troncos de árvores, sob a ação da gravidade.Os movimentos gravitacionais de massa têm geometrias, volumes e velocidades muito distintas entre si. Alguns tipos, como as quedas de blocos ou avalanches, são extremamente rápidos. Outros, como os rastejos, apresentam movimentos da ordem de centímetros por ano. Numa paisagem serrana qualquer do sul-sudeste do Brasil, enxergamos a princípio somente árvores, pedras e solo. Mas, longe de ser estática, essa paisagem está sofrendo a ação de forças tectônicas, que criam o relevo, e está sob a ação de diferentes agentes geológicos, como a água, o vento e os organismos vivos, que a modelam. A paisagem é o resultado desse somatório de processos no tempo. A formação de solos é mais intensa em climas tropicais quando as elevadas temperaturas e as precipitações atmosféricas fazem com que as rochas sejam mais facilmente decompostas e desagregadas, num processo denominado intemperismo. O principal produto do intemperismo é a formação de uma espessa capa de material desagregado e poroso, que contém desde finas partículas até blocos parcialmente decompostos de rocha. Essa capa é denominada regolito, ou manto de intemperismo. O regolito é composto por saprolito, a rocha total ou parcialmente decomposta, e pelo solum, que é o solo propriamente dito. | ||||||
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Charles Darwin
Britânicos descobrem fósseis perdidos de Darwin
Fóssil de madeira coletado por Darwin na ilha Chiloé
Cientistas britânicos descobriram fósseis que o famoso teórico da evolução Charles Darwin e seus colegas coletaram em suas expedições mas que estiveram perdidos por mais de 150 anos.
Howard Falcon-Lang, paleontólogo da Universidade de Londres, disse que encontrou os fósseis em um gabinete de madeira velha que tinha ficado em um canto escondido do British Geological Survey's. "Levou um tempo enquanto eu me convencia de que era a assinatura de Darwin", diz ele, ao ver num dos achados a inscrição 'C. Darwin Esq.'.
Falcon-Lang descobriu uma coleção de 314 slides de espécies coletadas por Darwin e outros membros da equipe como John Hooker - um botânico amigo de Darwin - e John Henslow, mentor de Darwin em Cambridge.
O primeiro slide era de uma das espécies coletadas durante a famosa expedição no HMS Beagle, marco nos trabalhos sobre evolução.
Falcon-Lang disse que os fósseis descobertos, que ficaram perdidos por 165 anos, mostram que há mais a aprender sobre um período da história que os cientistas acreditam conhecer bem. "Há muitos fósseis significativos que nem sabíamos que existiam", disse.
Segundo ele, um dos mais bizarros é de uma espécie de prototaxites, espécie de fungo de 400 milhões de anos.
Os slides contêm pedaços de fósseis de madeira e plantas, colocados em folhas finas e afixados no vidro para ser estudados no microscópio. Alguns têm apenas 15 centímetros.
Acredita-se que Hooker montou a coleção enquanto trabalhou por um breve período de tempo para o British Geological Survey, em 1846. Segundo a universidade, os fósseis estiveram perdidos porque ele não os incluiu no "registro de espécies". Em 1851, os fósseis não registrados foram transferidos ao Museu de Geologia Prática, antes de serem transferidos ao South Kensington's Geological Museum, em 1935, e 50 anos depois, ao British Geological Survey's
A descoberta foi feita em abril, mas só agora está sendo divulgada. Os slides foram fotografados e ficarão disponíveis ao público online.
Howard Falcon-Lang, paleontólogo da Universidade de Londres, disse que encontrou os fósseis em um gabinete de madeira velha que tinha ficado em um canto escondido do British Geological Survey's. "Levou um tempo enquanto eu me convencia de que era a assinatura de Darwin", diz ele, ao ver num dos achados a inscrição 'C. Darwin Esq.'.
Falcon-Lang descobriu uma coleção de 314 slides de espécies coletadas por Darwin e outros membros da equipe como John Hooker - um botânico amigo de Darwin - e John Henslow, mentor de Darwin em Cambridge.
O primeiro slide era de uma das espécies coletadas durante a famosa expedição no HMS Beagle, marco nos trabalhos sobre evolução.
Falcon-Lang disse que os fósseis descobertos, que ficaram perdidos por 165 anos, mostram que há mais a aprender sobre um período da história que os cientistas acreditam conhecer bem. "Há muitos fósseis significativos que nem sabíamos que existiam", disse.
Segundo ele, um dos mais bizarros é de uma espécie de prototaxites, espécie de fungo de 400 milhões de anos.
Os slides contêm pedaços de fósseis de madeira e plantas, colocados em folhas finas e afixados no vidro para ser estudados no microscópio. Alguns têm apenas 15 centímetros.
Acredita-se que Hooker montou a coleção enquanto trabalhou por um breve período de tempo para o British Geological Survey, em 1846. Segundo a universidade, os fósseis estiveram perdidos porque ele não os incluiu no "registro de espécies". Em 1851, os fósseis não registrados foram transferidos ao Museu de Geologia Prática, antes de serem transferidos ao South Kensington's Geological Museum, em 1935, e 50 anos depois, ao British Geological Survey's
A descoberta foi feita em abril, mas só agora está sendo divulgada. Os slides foram fotografados e ficarão disponíveis ao público online.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Escorpião marinho era duas vezes maior do que um humano
Cientistas encontraram o fóssil da garra de um escorpião marinho com 2,5 metros de comprimento, uma criatura assombrosa que viveu antes da era dos dinossauros.
A descoberta da espécie, com 390 milhões de anos, ocorreu numa pedreira da Alemanha. Os cientistas da Universidade britânica de Bristol afirmaram, com base na descoberta, que os aracnídeos, insectos e crustáceos pré-históricos eram muito maiores do que se poderia pensar.
«Esta é uma descoberta incrível», declarou à Reuters o cientista Simon Brady, «há já algum que os registos fósseis nos mostravam centopeias monstruosas, escorpiões gigantescos, baratas colossais e libélulas enormes, mas ainda não tinhamos visto o tamanho de alguns desses bichinhos rastejantes e assustadores»
O resultado da pesquisa foi publicado na revista Biology Letters, assinado por Brady e pelos seus colegas.
A garra do escorpião marinho, de nome Jaekelopterus rhenaniae, mede 46 cm. Não se sabe o motivo do crescimento desmesurado dos artrópodes pré-históricos, criaturas com esqueleto externo e corpos segmentados.
Alguns cientistas acreditam que o processo foi despoletado pela elevada concentração de oxigénio na atmosfera, como acontecia na época.
Outra teoria, mais darwinista, sustenta que os animais se envolveram numa «corrida ao armamento» contra as suas possíveis presas: os peixes pré-históricos, que têm carapaça.
SOL com Reuters
22.11.2007
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Teoria de Lamark
| Segundo Lamarck, uma grande alteração no meio ambiente provocaria, em uma espécie, uma necessidade de se modificar. Essa necessidade levaria à formação de novos hábitos. Essa idéia aliada a observação da natureza lavaram Lamarck o formular as duas leis básicas de sua teoria evolutiva. Lamarck baseou sua teoria em duas suposições: a lei do uso a desuso a lei dos caracteres adquiridos. |
Lei do Uso a Desuso: Segundo tal lei, quanto mais é usado um orgão, mais se desenvolve; contrariamente as partes que não são usadas enfraquecem, atrofiam chegando a desaparecer.
Lei da herança dos Caracteres Adquiridos: Segundo Lamarck qualquer animal poderia transmitir aos seus descendentes aquelas características que se atrofiavam pelo desuso ou se desenvolveram pelo uso.
Portanto, de acordo com Lamarck as novas espécies aparecem, por evolução, devido a aquisição ou perda de caracteres.
Numerosos exemplos da natureza foram usados por Lamarck para explicar as suas leis, tais como:
Portanto, de acordo com Lamarck as novas espécies aparecem, por evolução, devido a aquisição ou perda de caracteres.
Numerosos exemplos da natureza foram usados por Lamarck para explicar as suas leis, tais como:
A girafa habita em locais onde o solo é seco e com pouca vegetação. Obrigada a comer brotos de árvores e assima girava foi se esticando para cima. Esse hábito provocou o enorme pescoço e as pernas anteriores, meio longas do que as posteriores.
As cobras evoluíram a partir de ancestrais que apresentavam pernas a corpos curtos. Obrigados, por modificação ambiental, a rastejar a passar através de aberturas estreitas, acabavam sendo ápodes a de corpo alongado.
As membranas entre os dedos das aves aquáticas resultaram do uso durante a natação.
Aves pernaltas como as garças, teriam desenvolvido as pernas, esticando-as para manter o corpo fora, em regiões inundadas.
Plantas de regiões desérticas teriam diminuído a superfície das folhas, para evitar a transpiração; tais folhas acabaram transformadas em espinhos. Para conservar água os caules adquiriram a consistência suculenta.
Em suma, a primeira suposição da Lamarck é válida: o uso a o desuso provocam alteração nos organismos. Assim, sabemos que os atletas desenvolvem seus músculos através do uso, enquanto que a paralisação das pernas, por exemplo, determina atrofia. A falha está na segunda hipótese: caracteres adquiridos por uso e desuso nunca são transmitidos aos seus descendentes.
Em suma, a primeira suposição da Lamarck é válida: o uso a o desuso provocam alteração nos organismos. Assim, sabemos que os atletas desenvolvem seus músculos através do uso, enquanto que a paralisação das pernas, por exemplo, determina atrofia. A falha está na segunda hipótese: caracteres adquiridos por uso e desuso nunca são transmitidos aos seus descendentes.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Polinização
Polinização do Besouro
Na Polinizaçao do Besouro consiste em flores abertas em forma de disco ou de bacia que produzem grande quantidade de pólen e freqüentemente são robustas, pouco atrativas visualmente e com odor de frutos frescos ou em decomposição.
Anemofilia: através do vento;
Entomofilia: Termo geral para todos os meios de polinização através de insetos, mas é um termo mais usado para polinização efetuada por abelhas e moscas;
Cantarofilia: com auxílio de besouros;
Psicofilia: efetuada por borboletas;
Artificial: através do homem.
Na Polinizaçao do Besouro consiste em flores abertas em forma de disco ou de bacia que produzem grande quantidade de pólen e freqüentemente são robustas, pouco atrativas visualmente e com odor de frutos frescos ou em decomposição.
A Polinização é o ato da transferência de grãos de pólen de uma flor para o estigma de outra flor, ou para o seu próprio estigma. Pode-se dizer que a polinização é o ato sexual das plantas espermatófitas, já que é através deste processo em que o gameta masculino pode alcançar e fecundar o gameta feminino.
A transferência de pólen pode ser através de fatores bióticos, ou seja, com auxílio de seres vivos, ou abióticos, através de fatores ambientais. Os tipos gerais de polinização são os seguintes:
Anemofilia: através do vento;
Entomofilia: Termo geral para todos os meios de polinização através de insetos, mas é um termo mais usado para polinização efetuada por abelhas e moscas;
Cantarofilia: com auxílio de besouros;
Psicofilia: efetuada por borboletas;
Artificial: através do homem.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Reprodução Sexuada
A reprodução sexuada envolve a fusão de dois gâmetas (masculino e feminino), processo que se denomina por fecundação.
Os gâmetas são células haplóides que se formam nas gónadas por meiose.
Quando se dá a fecundação, também ocorre outro fenómeno - a cariogamia - que consiste na fusão dos núcleos dos dois gâmetas.
Depois que estes processos ocorrerem, forma-se o ovo ou zigoto que, por mitoses sucessivas, vai originar um novo indivíduo.
A reprodução sexuada está relacionada com a meiose e a fecundação. Por meiose, o número diplóide de cromossomas é reduzido à metade (n — haplóide), e pela fecundação restabelece-se o número 2n (diplóide) típico da espécie. Dessa maneira, ocorrem troca e mistura de material genético entre indivíduos de uma população, aumentando a variabilidade genética.
A meiose é um tipo especial de divisão celular, que tem como objectivo a produção de gâmetas, por isso, a meiose ocorre em tecidos especiais, tecidos estes denominados por gametângios.
Ao contrário do que sucede com os animais, em que os gâmetas se formam por meiose a partir das células das gónodas, nas plantas raramente resultam diretamente da meiose. Geralmente, a meiose origina esporos. Neste caso, ocorre em estruturas denominadas esporângios.
sábado, 22 de outubro de 2011
Células Estaminais do Cordão Umbilical
O presente vídeo fala-nos das células estaminais e diz-nos que até ás 38 ou 40 semanas de gestação o feto dorme tranquilamente a maior parte do tempo. Á 9 meses atrás era apenas uma única célula que se foi dividindo e diferenciando para dar origem aos vários tecidos e órgãos. Este processo só foi possível graças ao aparte constante de nutrientes e oxigénio da mãe para o feto através do cordão umbilical.
No sangue do cordão umbilical existem também células estaminais responsáveis por originar as células da linhagem sanguínea, que são as chamadas células estaminais hematopoéticas; por definição uma célula estaminal tem capacidade de se transformar em diferentes tipos de células e dividir indefinidamente. É durante o parto que se procede á recolha do sangue para o saco de colheita. Este processo é indolor e não apresenta riscos nem para a mãe nem para o bebé. De acordo com os estudos efetuados o transporte deve ser feito á temperatura ambiente.
As células estaminais do cordão umbilical podem ser facilmente isoladas e armazenadas a temperaturas muito baixas por um processo de criobservação para estarem disponíveis no futuro. Depois no laboratório o sangue vai ser processado e as células estaminais vão ser separadas da maior parte do plasma e dos globos vermelhos para depois serem preservadas a baixas temperaturas (-196ºC), nestas condições mantêm-se viáveis durante cerca de 20 anos. Ao longo deste processo são realizados rigorosos testes de controlo de qualidade para garantir que as células estaminais são preservadas nas melhores condições. Em caso de doença por indicação do médico assistente ás células serão disponibilizadas de imediato para serem administradas. Na corrente sanguínea migram para os locais onde á necessidade de regeneração dos tecidos. Atualmente estas células são utilizadas em doenças do sangue e do sistema imonitório: Deficiências Modulares (Adenina aplástica e Anemia de Fanconi); algumas Hemoglobinopatias como a Anemia Falciforme, Leucemias como a Hipoblástica Aguda e Molóide Cronica, certas Doenças Metabólicas e Monodeficiências em crianças. Atualmente estão em curso ensaios clínicos com objectivos a estudar o potencial das células do sangue do cordão umbilical.
Em crianças com Paralexia Cerebral e outras Lesões Neurológicas e Diabetes tipo1, mais tarde podendo ser uteis em Medicina Regenerativa em doenças Cardiovasculares, Hepáticas, entre outras.
Na minha opinião, acho uma técnica óptima para ajudar pessoas, neste caso os doentes que precisem destas células, ou seja, se não retirassem este sangue do cordão umbilical ele não iria ser usado, assim tornamo-lo útil contribuindo para o bem estar do doente.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Clonagem
ExpoLondrina 2011 exibe pela primeira vez um animal clonado
Pela primeira vez a Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina, a ExpoLondrina 2011, vai exibir um animal clonado. As vacas Canjica e Canjiquinha, da raça Brangus, resultado de um bem sucedido projeto experimental da Unopar com clonagem animal.
Canjiquinha é uma cópia idêntica de Canjica. As duas não só têm o mesmo DNA, mas também têm o mesmo comportamento: gostam das mesmas coisas e apresentam as mesmas reações.
Por enquanto, no entanto, ainda é possível distinguir uma da outra. Canjica é sete anos mais velha que Canjiquinha e pesa mais do que o dobro: 750 quilos. A bezerra nasceu no dia 4 de junho de 2010 e pesa pouco mais de 300 quilos. Ela é o primeiro clone paranaense, e o primeiro produzido por uma universidade privada.
Esta será a primeira vez que Canjiquinha "sai de casa", a Fazenda Experimental da Unopar, localizada em Tamarana (55 km de Londrina). Ela pode ser considerada uma vencedora, já que superou o maior desafio dos clones – apenas 1,5% dos animais clonados sobrevivem até os primeiros dois meses de vida.
E tem tudo para ser também uma campeã como Canjica, que foi a grande vencedora nacional da raça Brangus em 2006. O próximo teste de Canjiquinha, portanto, será na pista de julgamento.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Molécula de DNA
Nesta imagem está representada uma Dupla Hélice ( DNA e RNA).
O DNA é uma molécula Formada por duas cadeias na forma de dupla hélice. Essas cadeias são constituidas por um açucar (desoxirribose).
A dupla hélice é um fator essencial na replicação do DNA durante a divisão celular, onde cada hélice serve de molde para outra nova.
O RNA é uma molécula também formada por um açucar (ribose), um grupo fosfato e uma base nitrogenada ( U uracila; A adenina; C citosina ou G guanina).
Código Genético:
A informação contida no DNA, está registrada na sequência de suas bases na cadeia (Timina sempre ligada à Adenina e Citosina sempre com Guanina).
A sequência indica uma outra sequência, a de aminoácidos, substâncias que constituem as proteinas.
O DNA não é fabricante direto das proteinas, para isso ele forma um tipo especifico de RNA, o RNA Mensageiro, no processo chamado transcrição. O código genético, na forma de unidades conhecidas como genes, está no DNA, no nucleo das células. Já a "fábrica" de proteinas fica no citoplasma celular em estruturas especificas, os ribossomas, para onde se dirige o RNA Mensageiro.
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